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	<title>Gravidez Online</title>
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	<description>Tudo sobre ser ou querer ser mãe</description>
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		<title>Policial se emociona com caso de crianças abandonadas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças abandonadas por mães que foram para baile em SP estão em abrigos

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			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Crianças abandonadas por mães que foram para baile em SP estão em abrigos</strong></h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1224953&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1224953&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1224953&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
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		<title>Bebê morre enquanto médicos disputavam o parto</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/02/25/beb-morre-porque-mdicos-disputavam-parto/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 23:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Falha médica]]></category>
		<category><![CDATA[Humanização]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem pessoas que questionam a segurança de ter um parto em casa, e confiam cegamente em parir no hospital. Veja a notícia retirada do G1: 
Uma família acusa dois médicos do hospital municipal de Ivinhema (MS) de brigar durante o parto de uma criança. O bebê nasceu morto.
A mãe do bebê, Gislaine de Matos Rodrigues, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem pessoas que questionam a segurança de ter um parto em casa, e confiam cegamente em parir no hospital. Veja a notícia retirada do G1: </p>
<p>Uma família acusa dois médicos do hospital municipal de Ivinhema (MS) de brigar durante o parto de uma criança. O bebê nasceu morto.</p>
<p>A mãe do bebê, Gislaine de Matos Rodrigues, foi internada no domingo (21) pelo médico com quem fez o pré-natal. Ela conta que pediu ao médico para que fizesse o parto, que estava previsto para segunda-feira (22). O médico informou que não estaria de plantão, mas, diante do pedido da mãe, ele poderia fazer o parto.</p>
<p>O médico solicitado por ela foi chamado quando a paciente entrou em trabalho de parto, na noite de segunda-feira (22). Quando médico e paciente estavam no centro cirúrgico, na madrugada de terça-feira, outro médico invadiu o local e disse que, como o plantão era dele, não aceitaria que outra pessoa realizasse o procedimento.Segundo a família, os dois começaram a discutir e chegaram a se agredir fisicamente. A mãe contou que pedia para que eles parassem, pois o bebê estava nascendo, mas os médicos continuavam brigando. Eles só foram retirados da sala por seguranças do hospital.</p>
<p>Um terceiro médico foi chamado para terminar de fazer o parto. A mãe foi levada para outra sala do hospital, mas a criança já havia morrido. O atestado de óbito informa que o bebê morreu de asfixia. O corpo da criança foi levado para Nova Andradina, onde seria submetido a uma autopsia.</p>
<p>Em nota, a Prefeitura de Ivinhema informou que os dois médicos foram dispensados. Foi instaurada uma auditoria médica do Sistema Único de Saúde para investigar o caso. O Conselho Regional de Medicina do Estado também foi comunicado sobre o caso.</p>
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		<title>&#8220;Disseram que não fui feita para gerar&#8221;</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/02/08/disseram-fui-feita-para-gerar/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 23:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua história]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Hipotireoidismo]]></category>
		<category><![CDATA[Placenta Baixa]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[Trombofilia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luta para engravidar de uma mulher com Hipotireodismo, Trombofilia, Deficiência de Corpo Lúteo e depois Placenta Baixa e Pressão Alta.
No início de 4 anos de tentativas, tive meu primeiro atraso menstrual cerca de 6 meses depois de começar a tentar. Fui no posto de saúde e pedi um exame. As enfermeiras falaram que não eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luta para engravidar de uma mulher com Hipotireodismo, Trombofilia, Deficiência de Corpo Lúteo e depois Placenta Baixa e Pressão Alta.</em></p>
<p>No início de 4 anos de tentativas, tive meu primeiro atraso menstrual cerca de 6 meses depois de começar a tentar. Fui no posto de saúde e pedi um exame. As enfermeiras falaram que não eu podia fazer pois tinha pouco tempo de atraso. </p>
<p>Eu falei: vocês vão fazer o exame de sangue porque se eu precisar tomar qualquer remédio e prejudicar a gravidez vocês serão responsáveis. Assim consegui o exame. Depois de 7 dias voltou o resultado: positivo. </p>
<p>Comecei a sentir as transformações da gravidez e dentro de um mês tive o primeiro aborto. Esse aborto eu tive com um comecinho de sangramento, quando eu ia no banheiro, ao me limpar saía um pouquinho de sangue limpo, clarinho, rosa. Fui para o hospital, fiz ultra-som e detectou gravidez anembrionária, Não tinha feto, apenas a placenta tinha se desenvolvido. </p>
<p>O doutor perguntou se eu queria voltar outro dia para fazer a curetagem, ou se eu queria já entrar em contato com meu marido para me internar.  Eu disse: tem que tirar? Então eu prefiro ficar hoje. Entrei em contato com meu marido que trabalhava próximo ao hospital.</p>
<p>Ele chegou, chorei muito, pedi desculpas, porque a gente se sente impotente. Eu sentia que a culpa era minha. Fiz a curetagem, o procedimento não foi traumatizante, o que me maltratava era o fato da perda. Tomei anestesia geral , não senti dor não senti nada. Eu falava pra mim mesma que eu tinha que esperar no mínimo uns seis meses pra tentar novamente. Esperei um ano. </p>
<p>Quando começou a se aproximar de um ano eu quis engravidar de novo. Consegui engravidar depois de uns 4 a 6 meses que parei o comprimido. Ai começou de novo a querer dar sinal de sangue na calcinha. Fui pro médico, ele mandou fazer repouso, sem fazer ultra-som sem nada. Logo depois viajei pra uma cidade vizinha, fiz o repouso na casa da minha sogra. Quando eu voltei, o médico disse que eu podia voltar a namorar. Então na hora da relação eu senti dor, só que foi uma dor assim: doeu e parou, depois não senti mais nada.  Mas na hora que fui me limpar no banheiro após a relação: sangue de novo, do mesmo jeito, bem clarinho.</p>
<p>Fui para o pronto socorro, fiz ultra-som e tinha um bebê, só que não tinha batimentos cardíacos. Perguntei ao médico se era normal. Ele disse que era (mas não é normal, ele só disse isso pra me acalmar), e como ele não estava conseguindo ouvir, me pediu pra voltar pra casa e retornar dali a 7 dias. Se dali a 7 dias ele visse que o bebê teve desenvolvimento, confirmaria a gravidez saudável, senão, o bebê não estava mais vivo. </p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/DSC02899.jpg"><img src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/DSC02899-225x300.jpg" alt="" title="Talita e Débora" width="225" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-570" /></a></td>
<td valign="top">Fiquei de repouso, tomei Inibina e Evocanil. Voltei depois de 7 dias e o bebê não tinha se desenvolvido. Então dessa vez foi bem traumatizante, pois eu não tava com medo da curetagem, porque da outra vez eu não tinha sentido nada. Mas dessa senti tudo, eles colocaram um Citotec debaixo da língua e outro no colo do útero e falaram: você vai sentir uma colicazinha. Mas a colicazinha na verdade era dor de parto e eu não sabia, porque o Citotec faz dilatar o colo do útero. </p>
<p>Quando começou a cólica fui para o banheiro achando que era vontade de fazer cocô. Mas não adiantou fazer cocô, era muita dor. Comecei a pedir pelo amor de Deus que me ajudassem. Aí veio a médica, fez o toque e não tava abrindo nada o colo do útero, eu tava sentindo muita dor mas não tava tendo dilatação. Ai outro médico veio, fez o toque e disse: vamos ter que levar assim. Ai fiz a curetagem depois de uma rack . Foi muito traumatizante ir para o centro cirúrgico, com a dor que eu sentia, eu vomitei mesmo estando de jejum. </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Antes de receber a rack eu sentei e apaguei de tanta dor que eu sentia, e os médicos tiveram que esperar eu reanimar para aplicar a anestesia. Assim foi feita a curetagem e fui pra casa.</p>
<p>Após isso passei por vários exames de sangue, e eles colheram um para detectar trombofilia. Falaram que uma mulher que tem três perdas de gestação eles investigam as causas, só que como isso estava me causando muito desgaste mental, com duas perdas eles iriam investigar meu caso. </p>
<p>Trombofilia é uma deficiência na coagulação do sangue. Meu organismo tem deficiência de anticoagulação. Então o sangue coagula dentro de mim.</p>
<p>Quando saiu o resultado desse exame, eu não tive acesso pra saber se eu tinha ou não. E também descobriram que meu hipotireoidismo quando eu engravido se eleva muito.  Só que ninguém tratou do hipotireoidismo. </p>
<p>Fiquei grávida pela terceira vez depois de um ano. E também depois de uns 4 a 6 meses de tentativas pra conseguir engravidar. Ao pegar o resultado positivo eu entrei em pânico e corri pro hospital. Só que eu tinha que primeiro ir pro posto, e aí o posto me encaminhar para o hospital, mas o médico que me tratou no aborto me disse que na próxima gravidez eu tinha que ir direto pra lá, que era ambulatório de gravidez de alto risco.  </p>
<p>Cheguei no hospital e falei: quero marcar uma consulta. A moça disse, mas não é aqui, você tem que ir no posto, pro posto te encaminhar pra cá. Aí armei um barraco, falei: você vai ter que marcar essa consulta porque se eu perder o bebê eu vou processar você, a culpa vai ser sua, etc. Ela ficou assustada e marcou a consulta pra próxima sexta feira. Só que tem o tempo de Deus, porque&#8230;  mesmo marcando para a próxima sexta feira, quando chegou na quarta feira eu tive o sangramento do aborto. </p>
<p>Fui pro hospital, fiz ultra-som. Me mandaram ficar 7 dias de repouso e retornar. Começou então a sair sangue com pedacinhos de pele brancos (igual cutícula). Voltei lá, fiz ultra-som e falaram que eu podia ir embora, que eu não precisaria fazer a curetagem. O que eu pedia muito a Deus era que já que vou perder meu bebê, que eu não precise passar pela curetagem.<br />
Só que mesmo assim quando me falaram: pode ir embora porque não tem mais bebê eu chorei muito. Nesse dia até meu marido, quando a gente saiu do hospital e estava no ponto de ônibus ele falou: Ah meu Deus, o que o Senhor quer da gente? Isso mexeu muito com a gente, a cada gravidez a gente falava: agora vai dar certo. </p>
<p>Então, eu vivia de cama chorando em depressão, me recuperei e, depois de 1 ano, eu já estava querendo tentar engravidar de novo. Faltando 7 comprimidos para acabar a cartela de anticoncepcional eu parei de tomar. No dia 2 eu parei, desceu para mim no dia 6, no dia 8 parou a menstruação e no dia 20 meu marido voltou de uma viagem de 18 dias que ele tinha feito. Nem eu nem ele percebemos que quando ele voltou da viagem era o 14º dia do meu ciclo e nem nos preocupamos porque demorava bastante tempo para eu engravidar depois de parar o anticoncepcional. Mesmo assim eu ovulei e engravidei. Logo antes de atrasar a menstruação eu falei pro meu marido: eu to grávida (porque tava me doendo os mamilos). </p>
<p>Ele riu e falou: ah, você está sempre grávida, todo mês está grávida. Eu disse: Não, dessa vez eu sei que to grávida. Ai pensei: vou me segurar até 20 dias de atraso, mas não agüentei. Fui no posto, e nessa época eu estava com uma bolha de glândula de saliva entupida no meu lábio. Parecia uma afta, mas não doía. Quando eu engravidei a bolha já estava enorme. E todo mundo que falava comigo reparava.</p>
<p>Então comentei pro meu marido: vou no médico amanhã. Mas ele achou que eu fosse ver sobre a bolha. Chegando lá no posto eu pedi pra fazer um teste.  Ninguém me perguntou quanto tempo eu tinha de atraso nem nada. A enfermeira ainda brincou dizendo: o que você acha que é? E eu falei: acho que é positivo porque a dor do mamilo é igual das outras vezes quando eu tava grávida. A enfermeira respondeu: ah a maioria das moças que passam comigo estão grávidas. </p>
<p>E então o teste deu positivo. Tive muito medo. A enfermeira perguntou: está tudo bem? Você queria? E eu falei: Eu queria, mas estou assustada por causa de tudo o que já aconteceu. E ela me disse: Não, vai dar tudo certo. </p>
<p>Ela pediu que eu voltasse no dia seguinte, então me pediu todos os exames de sangue de rotina. Eu já pedi que ela incluísse o da tireóide, porque quando estou gestando, meu hormônio aumenta muito e isso causa aborto. O médico já havia me avisado isso após a terceira perda. </p>
<p>A enfermeira disse que não pediam exame de hormônio. Então eu disse pra ela falar com a médica pra pedir esse exame senão eu iria perder outro bebê e aí eles serão responsáveis. A médica então concordou e veio com uma pequena alteração. O normal é de 4,93. Na terceira gravidez veio com mais de 16 e não deu tempo de fazer nada. Nessa como já foi com poucos dias de atraso, deu 8. Então estava só o dobro do normal. Já era muito, mas ainda era menor do que da outra vez. Então eles já entraram com Puram que é o remédio da tireóide. Queriam tratar minha gravidez no posto. Tive que bater em cima, recorrer à secretaria da saúde para eles me transferirem. Por 3 dias eu comecei a sentir muita cólica, e procurei o pronto socorro . A médica ficou brava porque minha carteirinha de gestante estava em branco porque eu nem tinha marcado a consulta no posto. </p>
<p>Eu dsse: não tenho culpa, o posto ainda não me atendeu. Ela perguntou porque eu ainda não estava me tratando no ambulatório de alto risco. Eu disse que o posto não estava entendendo que era um caso de grande necessidade e não estavam querendo me transferir. Ela disse: então você vai na Secretaria da Saúde pra conseguir se tratar por aqui, porque é pra você estar urgente se tratando aqui. Minha mãe já estava indo lá já pra mim. Eu tava com umas 7 semanas e ela disse que dali a duas semanas talvez eu não tivesse mais grávida. </p>
<p>Nas outras gravidezes não passava mesmo das 11 semanas. Fiz os exames, voltei pra casa. No outro dia ainda estava muito grande a cólica. Voltei no hospital, a médica me deu uma carta para eu entregar para o Posto. Eu não ia entregar a carta, mas encontrei o agente comunitário bem em frente de casa. Eu chamei ele e expliquei: eu não vou lá, eu to aqui com a carta só que eu não vou porque desde que eu engravidei eu to pedindo por favor pra agendar e ninguém ta acreditando em mim, então se eu for lá eu vou passar nervoso e eu não to afim. Além dos problemas que eu tenho, eu não quero passar nervoso. Ele disse: deixa que eu entrego e converso lá para você. Então eu tinha uma consulta marcada no posto pra um mês depois, e com a carta, marcaram pra mesma semana a consulta no ambulatório de alto risco do Hospital das Clínicas. </p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Logo que entrei no ambulatório já me passaram AAS, que é pra afinar o sangue, e o Evocanil (progesterona). Porque além de deficiência de anti-coagulante, eu tenho também deficiência de corpo lúteo, que produz a progesterona que sustenta a gestação até o 4º mês, (depois é a placenta). Minha progesterona não aumentava, tive que tomar também. A deficiência era tão grande, que tomei até o 8º mês da gestação.  Eu fazia consulta de 15 em 15 dias. No posto eles nem sabiam pra que eu estava tomando AAS. </p>
<p>Ai, graças a Deus, no posto logo que a</td>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/DSC03002.jpg"><img src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/DSC03002-300x225.jpg" alt="" title="DSC03002" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-571" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>gente começa a ser atendido, eles também marcam dentista. Cheguei na dentista, ela nem olhou para os meus dentes. A primeira coisa que ela reparou foi na bolha que estava no meus lábios. Então ela me encaminhou para o CEO – Centro Especializado Odontológico. </p>
<p>Fiquei com medo achando que fosse algum câncer de boca. A dentista disse que era uma glândula salivar entupida, que não tinha risco nenhum, mas que só ia tratar depois do 4º mês da gestação por causa da anestesia. </p>
<p>Na primeira semana do 4º mês eu voltei. Durante a micro cirurgia eu passei mal ao ver o sangue, a dentista parou e eu lembrei de dizer que eu estava tomando AAS. Ela perguntou o porquê e eu disse que meu sangue era grosso demais e teria o risco de coagular dentro da placenta ou no cordão.Então a dentista falou que precisava conversar com minha médica porque meu sangue ainda estava coagulando rápido demais. Conversando com a médica, ela me passou Heparina que é injetável (estou com os braços e pernas todo roxos) uma de manhã e uma à noite. </p>
<p>Tive um retorno em poucos dias, o exame de trombofilia ainda estava aguardando resultado. Quando chegou no dia de eu receber o resultado, fiquei toda feliz pensando: agora vou parar de tomar Heparina. Só que o exame na verdade veio com uma alteração muito grande. </p>
<p>O médico me apavorou bastante, disse que eu tinha que fazer repouso. Além disso minha placenta estava baixa e tinha alteração de pressão arterial. Ele ainda disse que eu tinha que receber um tratamento muito especial porque eu não tinha sido feita para gerar um bebê. E que a qualquer momento o bebê podia morrer dentro de mim, ou nós 2 podíamos morrer. </p>
<p>Eu dizia: mas fulana também tem trombofilia e deu tudo certo. E ele me disse: aqui eu atendo vários casos de alto risco, só que você tem todos os casos numa pessoa só. Eu fiquei apavorada quando soube que com alteração de pressão eles podem até tirar o bebê antes da hora e o bebê pode não resistir mesmo assim. </p>
<p>Quase tive um treco, voltei pra casa chorando. Só que antes de eu engravidar, uma irmã da minha igreja me falou que eu iria engravidar e dessa vez eu iria ter esse neném. Então eu tive fé nessa confirmação.</p>
<p>Então num dia eu passei muito nervoso e a pressão subiu, fui para o hospital. A enfermeira que me atendeu puxou assunto comigo e perguntou: É menina né?<br />
Eu disse: Sim, como é que você sabe? Ela balançou a cabeça e não respondeu. E perguntou: Você já escolheu o nome né? Eu disse: Sim, é Débora.<br />
Ela perguntou: Você e seu marido são evangélicos? Eu disse: Sim. Então ela disse: Eu também sou. Olha como estou tremendo, mas não é medo de furar sua veia, porque isso estou acostumada, mas é que tenho um recado da parte de Deus. </p>
<p>Na mesma hora eu já chorei e pensei: Ela sabe o que ta acontecendo. Então ela disse: Quanto tempo você ta na igreja? Eu disse: faz um ano. Ela disse: Nesse tempo que você está na igreja, quantas vezes você viu Deus mentir?<br />
Falei: Nenhuma. Ela disse: Deus não é homem para mentir e ele manda te dizer que a menina que ele te deu é sua, que ela vai nascer no tempo certo, que ela vai ser perfeita. Que é pra você ter paz e confiar mais nele. Porque sem fé não se agrada a Deus. Sua filha vai ser a menina de Deus. Não escuta o que os médicos falam não, só não discute com eles porque senão eles acham que é loucura. Mas você sabe quem é teu Deus. Então apenas crê. Agradeci muito a Deus por ter mandado uma pessoa que nunca tinha me visto me falar todas aquelas coisas. </p>
<p>Uma semana depois, voltei pro pré natal. A pressão deu 22/17. Fiquei desesperada porque conheci uma pessoa que com 6 meses de gestação ela teve que tirar o bebê dela por causa de pressão alta e o bebê não resistiu.</p>
<p>A médica me tranqüilizou e disse que eu só iria precisar retirar se a pressão se alterasse demais. A enfermeira organizou a fila das grávidas para medir pressão e peso. Fui a primeira. Quando a enfermeira viu minha pressão 22/12, me mandaram urgente para o pronto socorro, e eu não estava sentindo nada.<br />
Procurei ficar o mais calma possível para não subir mais e correr o risco de perder a bebê por causa do meu nervosismo. Lembrei do recado da enfermeira da última vez.<br />
Pensei em somente crer em Deus e esperar no que me foi prometido.</p>
<p>Chegando lá, pediram pra eu deitar na maca, e escutei a enfermeira cochichando pra médica: olha ela tem que ser atendida logo porque a pressão dela deu 22/17. Então eu percebi que ela mentiu para não me apavorar, minha pressão tinha dado mais alta do que ela me disse.</p>
<p>Pensei em ligar pra minha mãe, pro meu marido, mas respirei fundo e falei  para mim mesma: não vai acontecer nada.</p>
<p>Enquanto eu tentava me manter calma, a médica perguntou meu endereço. Deu um branco tão grande que eu não soube responder. Então ela disse para mim: vou esperar você ficar mais calma, daqui uns minutos eu volto.</p>
<p>Quando ela voltou, uns 10 minutos depois, ela mediu minha pressão: 10/8. Confusa, ela pediu pra enfermeira medir: deu 11/8. Mediram mais 2 vezes com aparelhos diferentes: 12/8 e me dispensaram pra casa.</p>
<p>Na consulta seguinte, o médico aumentou a dosagem dos remédios. Eu já estava tomando 10 comprimidos e 4 ampolas de injeção por dia. Com 35 semanas o médico interrompeu, e falou: vamos ver se o bebê espera pra nascer no tempo certo, mas seja o que Deus quiser.</p>
<p>No dia 6 de abril de 2009, a Débora nasceu saudável, com 40 semanas, de parto normal. Tive pressão baixa durante todo o tempo e tudo correu muito bem. </p>
<p>Talita 27 anos<br />
02/2010<br />
Marília &#8211; SP<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Eu, dona deste site peguei a Débora no colo e posso alegar que esta história é verdadeira.</p>
<p>Como a Talita não pode tomar anticoncepcionais devido à trombose, ela estava esperando ter sua primeira menstruação após o parto para colocar o dispositivo DIU. </p>
<p>Não deu tempo: Sem nem menstruar, ela está grávida de 4 meses novamente. Isso mesmo, aquela que não foi feita para gerar.</p>
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		<item>
		<title>Maioria das mulheres perde quase 90% dos óvulos até os 30 anos, diz estudo</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/02/08/maioria-das-mulheres-perde-quase-90-dos-vulos-os-30-anos-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas científicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo das Universidades de St. Andrews e de Edimburgo, na Escócia, mostrou que por volta dos 30 anos a maioria das mulheres já perdeu quase 90% de seus óvulos.
Pela primeira vez uma pesquisa conseguiu avaliar o declínio da &#8220;reserva dos ovários&#8221;, o número em potencial de óvulos com que uma mulher nasce e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo das Universidades de St. Andrews e de Edimburgo, na Escócia, mostrou que por volta dos 30 anos a maioria das mulheres já perdeu quase 90% de seus óvulos.</p>
<p>Pela primeira vez uma pesquisa conseguiu avaliar o declínio da &#8220;reserva dos ovários&#8221;, o número em potencial de óvulos com que uma mulher nasce e que pode produzir até a menopausa, por volta dos 50 anos.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/ovs.jpg"><img src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/ovs.jpg" alt="" title="ovs" width="252" height="216" class="aligncenter size-full wp-image-566" /></a></td>
<td valign="top">A nova pesquisa fornece mais provas para a teoria que afirma que mulheres nascem com um número fixo de óvulos e esse número vai diminuindo com a idade.</p>
<p>&#8220;Os modelos anteriores analisaram o declínio na reserva dos ovários, mas não analisaram a dinâmica dessa reserva a partir da concepção&#8221;, afirmou um dos pesquisadores, Tom Kelsey, da Escola de Ciências de Computação da Universidade de St. Andrews.</p>
<p>&#8220;Nosso modelo mostra que, para 95% das mulheres, aos 30 anos apenas 12% da sua reserva máxima dos ovários ainda está presente, e na idade de 40 anos, resta apenas 3% dessa reserva&#8221;, disse.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A pesquisa foi divulgada na publicação científica &#8220;Public Library of Science One&#8221;.</p>
<p>O estudo coletou informações de 325 mulheres na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa em idades diferentes e avaliou suas reservas de óvulos.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, pode existir uma enorme diferença na quantidade de óvulos produzida por cada mulher. Algumas mulheres apresentam mais de dois milhões de óvulos em suas reservas enquanto outras, destinadas a iniciarem a menopausa mais cedo, têm 35 mil óvulos.</p>
<p>A maioria das mulheres que atingem a menopausa em uma média de idade considerada normal, por volta dos 50 anos, apresentam uma reserva de 295 mil óvulos em cada ovário quando nascem.</p>
<p>Hamish Wallace, do Hospital de Edimburgo para Crianças Doentes e outro autor da pesquisa, afirmou que o estudo poderá ajudar a prever quais mulheres passarão mais cedo pela menopausa e quando é necessário congelar óvulos de mulheres que sofrem de câncer no ovário.</p>
<p>&#8220;Uma melhor compreensão da dinâmica da reserva do ovário vai nos ajudar a prever quais crianças e jovens, que passaram por tratamento de câncer, têm um risco maior de menopausa precoce. Esses pacientes poderão se beneficiar ao congelar seus óvulos antes do tratamento de câncer&#8221;, afirmou.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/">Fonte: G1</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Revendo conceitos: filhos do coração</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/02/05/revendo-conceitos-filhos-corao/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Infertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>

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		<description><![CDATA[



Acompanho de perto a vida de muitos casais que não conseguem engravidar e conheço na pele a dor de ver todas as amigas tendo filhos e depois filhos de novo, vindo te contar a última coisa que ele aprendeu e você continuar tendo orgulho apenas do peixinho do seu aquário, que é a única coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><script type="text/javascript"><!--
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Acompanho de perto a vida de muitos casais que não conseguem engravidar e conheço na pele a dor de ver todas as amigas tendo filhos e depois filhos de novo, vindo te contar a última coisa que ele aprendeu e você continuar tendo orgulho apenas do peixinho do seu aquário, que é a única coisa que você cuida.</p>
<p>O instinto de mãe faz parte de quase todas as mulheres, mesmo aquelas que decidem ter seus filhos um pouco mais tarde, já planejam no futuro sobre a concretização deste sonho.</p>
<p>Não quero ofender ninguém, nem ser imparcial com ninguém. Mas quero deixar uma reflexão. Quero mostrar que somos todos humanos, não importa a origem, e que o berço e descendência de alguém é apenas a sorte que você teve, ou não. Por isso, às vezes uma dificuldade na vida, pode ser um recado de Deus para as pessoas, e as vezes elas não entendem.<br />
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</script></center><br />
Me refiro à situação de pagar milhares e milhares de reais em tratamentos de fertilidade enquanto outras crianças gostariam de ter esses milhares e milhares de reais para poder comprar seus pais, se isso fosse possível (fora o desgaste emocional de ambas as partes).</p>
<p>Do mesmo jeito que você deseja com todas as suas forças ter um serzinho gerando em seu ventre, e esse serzinho nunca surge, existem crianças abandonadas desejando com todas as forças que apareçam pais que as desejem e as levem pra casa.</p>
<p>Qualquer uma das duas atitudes são lindas, lutar pelo seu filho biológico, ou acolher uma criança abandonada. Seja qual atitude você prefira, vale a pena assistir esse documentário da Globo chamado Filhos do Coração.</p>
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1182396&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1182396&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
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<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1184255&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1184255&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>Após parto natural domiciliar, Gisele Bündchen dá entrevista</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/02/01/aps-parto-natural-gisele-bndchen-entrevista/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Humanização]]></category>

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		<description><![CDATA[Do G1
É muito bom saber que pessoas influentes da mídia publiquem suas decisões sobre parto natural.




A top Gisele Bündchen deu a primeira entrevista, exclusiva ao Fantástico, seis semanas após o nascimento de seu filho. Gisele ficou grávida meses depois do casamento com o jogador de futebol americano, Tom Brady, no ano passado.
No dia 8 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do G1</p>
<p>É muito bom saber que pessoas influentes da mídia publiquem suas decisões sobre parto natural.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/gisele-bundchen-gives-birth_b.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-562" title="gisele-bundchen-gives-birth_b" src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/02/gisele-bundchen-gives-birth_b-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></td>
<td valign="top">A top Gisele Bündchen deu a primeira entrevista, exclusiva ao Fantástico, seis semanas após o nascimento de seu filho. Gisele ficou grávida meses depois do casamento com o jogador de futebol americano, Tom Brady, no ano passado.</p>
<p>No dia 8 de dezembro de 2009, jornais do mundo inteiro divulgaram o nascimento do bebê. As publicações informaram que ele nasceu em um hospital em Boston, nos Estados Unidos, mas a modelo revelou para o Fantástico que teve o parto em casa.</p>
<p>“O meu [parto] foi na banheira. Eu me preparei muito. Queria  um parto em casa, sempre achei muito importante porque queria estar consciente na hora do nascimento&#8221;, disse a top. &#8220;Eu não queria estar dopada e sim presente. Então, eu me preparei bastante. Fiz muita yoga e meditação. Então, consegui ter um parto super tranquilo em casa. Ele nasceu tranquilo, é um anjinho. Não chorou após nascer e ficou o tempo inteiro no meu colo&#8221;, contou.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora o trabalho de parto tenha durado oito horas, Gisele conta que não sofreu. &#8220;Não foi nem um pouco dolorido. Durante todo o tempo eu estava muito focada. Depois de cada contração eu pensava assim: o meu bebê está mais perto, ele está mais perto&#8221;, disse.</p>
<p>Mesmo tão pouco tempo após o nascimento, a modelo tem o corpo  impecavelmente em forma (claro, não foi uma cesárea) e conta que não ficou perdendo tempo &#8220;sentada na cama&#8221;. “No segundo dia, eu estava caminhando, lavando a louça, fazendo panqueca. Vamos embora, bola para frente, eu não tenho tempo para ficar sentada na cama”.</p>
<p>O primeiro trabalho da modelo após o nascimento de Benjamim foi para uma grife brasileira. Mesmo voltando às passarelas, ela conta que não tem babá. “Quem precisa de babá quando se tem uma super mãe?”, brinca.</p>
<p>“Minha santa mãe está aqui. Eu espero ser uma mãe tão maravilhosa quanto a minha foi para mim. Ela está me ajudando desde o início e também esteve comigo durante o parto”.</p>
<h3>A história do parto na água</h3>
<p>O primeiro caso de parto na água – em que a criança nasce com a         mãe dentro de uma banheira – relatado em revista científica         ocorreu em 1803 na França. A parturiente estava já havia três         dias em trabalho de parto, os médicos não sabiam o que fazer,         ela foi colocada em uma banheira e o nenê nasceu. Mas o estudo         das vantagens dessa modalidade de parto só ganhou corpo nas         últimas décadas – a primeira conferência médica específica foi         realizada em Londres, em 1995 – e, no Brasil, ainda são raros os         profissionais com experiência na área.</p>
<p>“Infelizmente, somos poucos”, diz Adailton Salvatore Meira,         ginecologista e obstetra formado pela Universidade Estadual de         Campinas (Unicamp). O país mais avançado na realização de partos         desse tipo é a Inglaterra. Em 1992, o parlamento britânico         recomendou que todos os hospitais públicos tivessem banheira em         ambiente de parto, e hoje mais de 90% das unidades de saúde         seguem a recomendação, conta Meira, que estudou a modalidade         entre 1986 e 1987 em uma maternidade em Paris.</p>
<p>As premissas que orientam o parto na água são muito simples.         Primeiro: tudo aquilo que influencia a segurança ou insegurança         da parturiente vai ajudar ou atrapalhar no parto. “Até odores         influenciam”, explica Meira. “Um cheiro bom ajuda. Cheiro de         formol, dificulta. A água é um elemento de ajuda ao parto, desde         que a mulher se sinta bem com isso.” A temperatura da água mais         adequada, por exemplo, é definida caso a caso. “É abaixo de         36°C, porque essa temperatura abaixa muito a pressão. O         parâmetro é a pressão.” Em segundo lugar, no parto em banheira a         parturiente fica mais leve, por causa da flutuação, o que         facilita os movimentos.</p>
<p>A resistência à dor também é uma situação avaliada caso a caso.         “Há mães que entram na banheira e a água, por si só, já serve         como alívio de dor. “Há outras que, com 2 centímetros de         dilatação, já estão gritando de dor, porque têm alta         sensibilidade à dor”, conta o médico.</p>
<h3>Parto na água é um meio, não um fim</h3>
<p>Meira ressalta que o parto na água é um meio, não um fim em si         mesmo. “Não pode ser objetivo em si, é um meio para se atingir         um parto que aquela mulher quer, um parto feliz, vivencial”,         explica. “A água é um elemento de ajuda para conseguir isso.”</p>
<p>Ele também aponta para a conveniência e segurança de que os         partos sejam feitos em ambiente hospitalar. “Eu aconselho que         seja feito em ambiente hospitalar. Tem mães que aguentam, mas a         maioria tem um limite de dor que pode ficar muito difícil”,         pondera. “Tem de continuar controlando batimentos cardíacos da         criança. Deve haver suporte de medicação para a mãe e para o         bebê; oxigênio para a mãe e para o bebê, se necessário; material         de ventilação para a mãe e para o bebê.”</p>
<p>Além disso, não é recomendado que as parturientes entrem muito         cedo na banheira. “Houve um caso, na Austrália, de uma         parturiente que ficou 10 horas dentro da banheira. Quando essa         entrada é muito precoce, pode na verdade bloquear o trabalho de         parto. A gente contraindica isso”, diz.</p>
<p>Acima de tudo, parturientes com doenças como diabetes ou que         sofram de  hipertensão  não devem fazer parto na água. Quando o bebê é muito         grande ou muito pequeno, também não, porque o parto será mais complicado.</p>
<p><a title="Vídeo parto natural em casa na água" href="http://www.youtube.com/watch?v=GMzCBQp9ivw" target="_blank">Vídeo de parto domiciliar na água</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com">G1</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Início de Gravidez e os níveis de hCG</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/01/30/incio-de-gravidez-os-nveis-de-hcg/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 00:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Exame Bhcg]]></category>
		<category><![CDATA[Implantação/Nidação]]></category>

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		<description><![CDATA[// 


HCG significa &#8220;gonadotrofina coriônica humana&#8221;, o hormônio da gravidez.
Cerca de uma semana após a ovulação e fertilização, ocorre a implantação do óvulo no útero, e então a placenta começa a  produzir o hormônio hCG que entra na corrente sanguínea da mulher.




VR: NEGATIVO &#8230;&#8230;&#8230;: ate 4.9 mUI/mL
INCONCLUSIVO&#8230;&#8230;&#8230;: 5.0 a 49.9 mUI/mL  (refaça o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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</script><br />
HCG significa &#8220;gonadotrofina coriônica humana&#8221;, o hormônio da gravidez.</p>
<p>Cerca de uma semana após a ovulação e fertilização, ocorre a implantação do óvulo no útero, e então a placenta começa a  produzir o hormônio hCG que entra na corrente sanguínea da mulher.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/01/exame-hcg-sangue.jpg"><img src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/01/exame-hcg-sangue.jpg" alt="" title="exame hcg sangue" width="218" height="241" class="aligncenter size-full wp-image-559" /></a></td>
<td valign="top">VR: NEGATIVO &#8230;&#8230;&#8230;: ate 4.9 mUI/mL<br />
INCONCLUSIVO&#8230;&#8230;&#8230;: 5.0 a 49.9 mUI/mL  (refaça o teste após 2 ou 3 dias)<br />
POSITIVO&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.: Superior a 50.0 mUI/mL</p>
<p>Um único valor hCG pode não dizer muito sobre a viabilidade da gravidez e há uma grande variedade de níveis normais de hCG na gestação. Um aumento normal de hCG durante vários dias antes de 6 semanas de gravidez geralmente indica uma gravidez estável. Em geral, a melhor indicação de uma gravidez saudável além do aumento normal de hCG é um bom batimento cardíaco fetal após a 7ª semana.</p>
<p>A função principal do hormônio hCG é apoiar o corpo lúteo a produzir progesterona, quando ocorre a concepção. O hCG pode ser detectado tanto na urina quanto no sangue. </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com o exame de sangue a gravidez pode ser detectada vários dias antes do exame de urina, desde 2 a 3 dias após a implantação ou 8 a 9 dias após a fertilização.</p>
<p>O exame de sangue mede o hCG quantitativamente, o que significa que você recebe como resultado um número, e as unidades de medida são geralmente mUI / mL.</p>
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<p>IDADE FETAL<br />
01 a 02 semanas&#8230;&#8230;.: 50 a 500 mUI/mL<br />
02 a 03 semanas&#8230;&#8230;.: 100 a 5000 mUI/mL<br />
03 a 04 semanas&#8230;&#8230;.: 500 a 10000 mUI/mL<br />
04 a 05 semanas&#8230;&#8230;.: 1000 a 50000 mUI/mL<br />
05 a 06 semanas&#8230;&#8230;.: 10000 a 100000 mUI/mL<br />
06 a 08 semanas&#8230;&#8230;.: 15000 a 200000 mUI/mL<br />
02 a 03 meses&#8230;&#8230;&#8230;.: 10000 a 100000 mUI/mL</p>
<p>Cerca de 85% das gestações normais terão o nível de hCG que dobram a cada 48 a 72 horas. Mas não use o nível hCG como único medidor de progresso da gestação. Uma gravidez normal podem ter níveis baixos de hCG e um bebê perfeitamente saudável. Os resultados de uma ultrassonografia, após 5 a 6 semanas de gestação são muito mais precisos do que usar números de hCG.</p>
<p>O hCG também é mais elevado nas mulheres que conceberam bebê do sexo feminino, quando comparado às mulheres que conceberam bebê do sexo masculino, portanto é possível que o teste de gravidez positivo aconteça mais tarde em mulheres grávidas de menino.</p>
<p>A ultra-sonografia transvaginal deve ser capaz de mostrar pelo menos o saco gestacional se os níveis de hCG já tenham alcançado entre 1.000 &#8211; 2.000 mUI / ml. Os níveis podem se diferenciar bastante devido à estimativa da data da concepção estar errada, por isso não se assuste o médico não conseguir ver nada no ultra-som sendo que o hcG não atingiu ao menos 2.000.</p>
<p>Em uma gravidez ectópica, as taxas de hCG sobem mais devagar do que em uma gravidez normal.</p>
<p>Após injeções de hCG (Profasi, Pregnyl) para induzir a ovulação ou prolongar a fase lútea, vestígios de hCG podem permanecer no organismo por 14 dias ou mais após a última injeção. Isso pode dar um falso positivo em um teste de gravidez.</p>
<p>A indicação é fazer dois testes beta hCG de sangue quantitativos para determinar se o hCG é da injeção ou da gravidez. Se o nível de hCG aumentar no segundo teste, provavelmente é gravidez.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas para induzir o trabalho de parto naturalmente</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/01/17/dicas-para-induzir-trabalho-de-parto-naturalmente/</link>
		<comments>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/01/17/dicas-para-induzir-trabalho-de-parto-naturalmente/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 13:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Humanização]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho de Parto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://gravidezonline.com/gravidez/?p=533</guid>
		<description><![CDATA[Você está chegando na 40ª semana e nada de sintomas ou sinais de trabalho de parto? Não se desespere, você não terá passado da hora enquanto não se passarem 42 semanas.
Também serve para o caso de você estar com contrações não ritmadas, para fazer com que você chegue ao hospital &#8220;no ponto&#8221;, caso contrário, eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você está chegando na 40ª semana e nada de sintomas ou sinais de trabalho de parto? Não se desespere, você não terá passado da hora enquanto não se passarem 42 semanas.</p>
<p>Também serve para o caso de você estar com contrações não ritmadas, para fazer com que você chegue ao hospital &#8220;no ponto&#8221;, caso contrário, eles podem te mandar de volta pra casa, ou te colocarem no soro sintético para induzir (que causam dores realmente insuportáveis, bem diferentes das dores naturais).</p>
<p>Aqui reunimos algumas dicas simples e naturais que ajudam a induzir o trabalho de parto.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/01/exercicios-gravida-induzir-sinais-trabalho-parto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-532" title="exercicios gravida induzir sinais trabalho parto" src="http://gravidezonline.com/gravidez/wp-content/uploads/2010/01/exercicios-gravida-induzir-sinais-trabalho-parto.jpg" alt="" width="194" height="250" /></a></td>
<td valign="top">A partir de 38/39 semanas, é possível fazer algumas coisas que podem ajudar a desencadear o trabalho de parto. Elas só terão efeito, se o colo estiver maduro. Do contrário, não resolvem muita coisa. Então, também são inócuas.</p>
<ul>
<li>caminhadas e alongamentos</li>
<li>banhos bem quentes, de preferência com imersão.</li>
<li>comidas apimentadas</li>
<li>sexo com ejaculação</li>
</ul>
<p>A caminhada (o movimento, na verdade) ajuda no encaixe do bebê e no relaxamento das articulações e da pelve. Acocorar, ficar de quatro, alongar-se, também ajuda.</p>
<p>O banho quente pode desencadear o trabalho de parto pelo efeito relaxante que a água tem na mulher. Muitas vezes a mulher &#8217;segura&#8217; o bebê por medo de se tornar mãe, medo do parto, medo da transição. O banho quente (chuveiro,</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>banheira, etc), tomado com tranquilidade ajuda a relaxar, a desligar-se das preocupações que estão atormentando e pode liberar o processo que a cabeça está bloqueando.</p>
<p>A comida apimentada pode ajudar a desencadear o trabalho de parto por dois motivos:</p>
<p>Primeiro porque pimenta tem um efeito laxante na maioria das pessoas e a diarréia pode &#8220;acordar&#8221; as fibras uterinas e iniciar algumas contrações. E como o processo do parto é retroalimentado&#8230;ou seja, quanto mais contrações o útero tem, mais ocitocina ele produz e mais contrações ele tem isso faria com que ele &#8220;pegasse no tranco&#8221;.</p>
<p>Segundo por que existe uma crença que a pimenta contém uma substância que aumenta a produção de endorfina que ajuda a relaxar e quando a endorfina aumenta, a adrenalina (que impede o início e o progresso do trabalho de parto) abaixa.</p>
<p>O sexo pode desencadear o trabalho de parto por dois motivos:</p>
<p>Primeiro o orgasmo faz com que o útero se contraia&#8230; Se você está tendo oportunidade de ter orgasmos, seja por masturbação, seja por sexo, vai notar que a barriga fica durinha, durinha quando você goza. Isso é absolutamente sem riscos e inócuo num útero imaturo (antes de 39 semanas) porque a gente tem uma contração (no máximo duas) depois de gozar e pronto! Mas quando o útero está perto de parir, ele aumenta os receptores de ocitocina e essa pequena descarga pode fazer ele &#8220;pegar no tranco&#8221;, além de relaxar bastante né?</p>
<p>Outro fator desencadeador do trabalho de parto no sexo é a prostaglandina que o sêmem do homem. Essa prostaglandina durante a gestação não não faz diferença nenhuma, mas no final, o útero está sensível a esses hormônios e pode desencadear o trabalho de parto.</p>
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		<title>Clomid como tratamento da infertilidade</title>
		<link>http://gravidezonline.com/gravidez/2010/01/14/clomid-como-tratamento-da-infertilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 01:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Querendo engravidar]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Infertilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O citrato de clomifeno também conhecido como: Clomid, Indux ou Serophene é um medicamento indutor de ovulação, indicado para mulheres com problemas de ovulação e para homens com produção ruim de espermatozóides.
Veja neste vídeo dicas de como tomar, chances de gravidez, e etc.

Veja também a bula clicando aqui.
Atenção, nunca tome Clomid sem acompanhamento médico, pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O citrato de clomifeno também conhecido como: Clomid, Indux ou Serophene é um medicamento indutor de ovulação, indicado para mulheres com problemas de ovulação e para homens com produção ruim de espermatozóides.</p>
<p>Veja neste vídeo dicas de como tomar, chances de gravidez, e etc.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tG8VpaPPoMQ&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tG8VpaPPoMQ&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Veja também a <a title="Bula do Clomid" href="http://www.bulas.med.br/p/medley-50483.html?C=A&amp;V=66506F737449443D35363138266163743D70" target="_self">bula clicando aqui</a>.</p>
<p>Atenção, nunca tome Clomid sem acompanhamento médico, pode ser muito perigoso, veja os efeitos na bula.</p>
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		<title>Mulher &#8220;morre&#8221; depois de anestesia no parto, mas sobrevive</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 21:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anestesia]]></category>
		<category><![CDATA[Peridural]]></category>
		<category><![CDATA[Perigos]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma mãe do Estado americano de Colorado dada como morta pelos médicos durante um parto disse que sua sobrevivência e a de seu bebê teriam sido &#8220;um milagre de Natal&#8221;.
O coração de Tracey Hermanstorfer parou de bater e seu bebê não dava sinais de vida quando foi retirado do corpo da mãe em uma operação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mãe do Estado americano de Colorado dada como morta pelos médicos durante um parto disse que sua sobrevivência e a de seu bebê teriam sido &#8220;um milagre de Natal&#8221;.</p>
<p>O coração de Tracey Hermanstorfer parou de bater e seu bebê não dava sinais de vida quando foi retirado do corpo da mãe em uma operação cesariana na véspera do Natal passado, no dia 24 de dezembro.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">Mas poucos minutos depois, ambos começaram a respirar novamente. A médica que foi chamada para atender Tracey, Stephanie Martin, disse não saber explicar como os dois sobreviveram.Tracey e seu marido disseram ao programa de TV americano Good Morning America que o bebê está saudável e que o drama vivido no hospital teria acabado bem graças a &#8220;um milagre&#8221;.</p>
<p>O casal, que já tinha dois filhos, teve que ir ao hospital sete semanas antes da data prevista para o parto.</td>
<td valign="top"><img class="alignnone" title="Anestesia peridural parada respiratória" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/12/31/091231112543_baby223.jpg" alt="" width="226" height="170" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O marido contou que, após ter recebido uma anestesia peridural durante o parto, sua mulher fechou os olhos e &#8220;não acordava mais&#8221;.</p>
<p>Ela parou de respirar e depois seu coração parar de bater.</p>
<p>Martin disse que foi chamada e que neste momento os prognósticos eram negativos, pois em situações como essa, &#8220;apesar de todos os esforços da equipe&#8221;, na maioria dos casos a mãe não conseguia ser reanimada.</p>
<p>Segundo a médica, os esforços da equipe foram concentrados em salvar o bebê, que estava &#8220;completamente sem vida&#8221; quando foi retirado da mãe.</p>
<p>Martin disse não ter &#8220;uma grande explicação&#8221; para a retomada do batimento cardíaco de Tracey.</p>
<p>&#8220;Ela ficou sem batimento por entre quatro e cinco minutos e tinha parado de respirar um minuto antes de seu coração parar&#8221;.</p>
<p>Os médicos em seguida conseguiram ressuscitar o bebê.</p>
<p>Apesar da realização de vários testes, os médicos não conseguiram encontrar uma explicação para o ocorrido.</p>
<p>Mas o casal Hermanstorfer está convencido de houve um &#8220;milagre&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tive uma segunda chance na vida&#8221;, disse Tracey.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091231_milagre_natal_tp.shtml">http://www.bbc.co.uk</a></p>
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